domingo, 11 de julho de 2010

Olé!!


Parabéns à Espanha campeã da Copa 2010!!

Espiritualidade e compaixão...

Eis, acima, o tema da blogagem coletiva do lindo blog da querida Rosélia, Espiritual-idade http://espiritual-idade.blogspot.com/

O termo compaixão significa “sofrer com”, “sofrer junto”. É uma das virtudes que não nos deixa indiferentes ao sofrimento alheio. Antes pelo contrário, nos impulsiona a compartilhar o sofrimento do próximo, buscando eliminá-lo ou pelo menos diminuí-lo. Jesus é o exemplo maior de um coração compassivo e misericordioso. Amou-nos tanto a ponto de dar a sua própria vida pela nossa salvação. Não mediu esforços. Partilhou as nossas dores e suas as fez. O evangelho desse domingo nos remete ao relato daquela passagem onde um doutor da lei pergunta a Jesus o que ele deveria fazer para merecer a vida eterna. Então, Jesus percebendo a malícia do seu interlocutor, responde indagando o que dizia a lei? E o homem afirma: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o coração e com toda a tua inteligência; e ao teu próximo como a ti mesmo”! Cristo, então, lhe garante que se fizesse o mesmo estaria salvo. Mas o doutor da lei continua o seu questionamento perguntando a Jesus: “E quem é o meu próximo?”. É a pergunta que muitas vezes fazemos a nós próprios. Sabemos o que deve ser feito. Conhecemos os mandamentos. Porém, muitas vezes preferimos não nos comprometer, não sofrer junto com ninguém. Renunciamos o amor pelo próximo. E Jesus conhecendo, profundamente, a nossa natureza humana, conta então a parábola do bom samaritano. Um homem que descia de Jesuralém para Jericó foi assaltado e ferido por bandidos. Ficou estirado no chão quase morto. Surge, então, um sacerdote que para evitar o encontro com o moribundo passa do outro lado da estrada. Por segundo, aparece um levita e tem a mesma atitude de indiferença para com o homem sofredor. Por último, então, passa por ali, um samaritano. O samaritano vê o homem ferido e se compadece do seu sofrimento. Vai ao encontro do outro, cura suas feridas e leva-o para uma hospedaria. Paga o dono do estabelecimento e pede-lhe que cuide do doente. Acrescentando que na sua volta pagaria as outras despesas que tivesse com aquele hóspede. Com tal estória, Cristo, indicava ao doutor da lei que não bastava conhecer a lei. Era preciso possuir um coração pleno de amor e de misericórdia. Assim como é o próprio coração de Deus Pai.



Um coração cheio de misericórdia. Assim é que foi a vida de um certo Frei Capuchinho da Ordem Franciscana, chamado Pe. Pio. Seu nome de batismo era Francesco Forgione. Nascido aos 1887, em Pietrelcina, Itália. Como o tema, hoje, é a compaixão, não posso deixar de recordar a sua vida que li e assisti várias vezes. Um homem que amou o seu próximo e que recebeu os estigmas do próprio Cristo. Participava do sofrimento dos fiéis e buscava mediante o sacramento da confissão o alívio para o sofrimento das pessoas.



Pe. Pio viveu os horrores da Segunda Guerra Mundial. Vivia preocupado em atender aos necessitados e aos que eram vítimas do sofrimento da guerra. Sua predileção era os doentes. Doenças do corpo e da alma. Foi assim que com o auxílio de muitos colaboradores construiu a Casa do Alívio do Sofrimento. O maior hospital do sul da Itália daquela época. Pois, para o humilde frade, onde havia o sofrimento, aí, estava o Cristo. Entre os doentes, os pobres e marginalizados. Sua vida está em livro e filme. E toca os nossos corações. Não consegui deixar de assistir mais de uma vez. Pe. Pio um santo homem que viveu a compaixão, a misericórdia e o amor de Deus nas pessoas dos irmãos desvalidos. Então, nada mais justo do que lembrar do seu exemplo neste domingo que falamos de espiritualidade e compaixão.

Eis, aí, uma pequena parte do filme da sua vida. Quando o frade inaugura o hospital e quando é advertido injustamente por seus confrades superiores. Sua vida foi dedicação total, entrega por inteiro. Coração cheio de graça, de fé, de compaixão, de misericórdia, de esperança e de amor! Um verdadeiro espírito de luz!



Quando eu vejo as pessoas que têm sob suas responsabilidades pessoas enfermas, sempre me recordo daquele Capuchinho de Deus. Pois esta é a essência da nossa presença neste mundo: sermos para o outro, auxílio, ajuda em meio às tribulações e dificuldades terrenas. Sermos cada um, uma benção, um presente, um alívio, uma graça para que todos tenham vida e vida em abundância. Sejamos, então, o bom samaritano de cada dia. Terminamos com um belo vídeo que encontramos no blog da canção nova http://blog.cancaonova.com/ sobre a Casa do Alívio do Sofrimento. Um bom domingo a todos : )

Infância querida...



Eis que recebi tal selinho da queridíssima Déia do lindo blog Rumo à escrita http://www.rumoaescrita.blogspot.com/ E como todo selinho, ele possui algumas regrinhas. A primeira: é postar o selinho no blog com a informação de quem o ofertou. A segunda: é escrever sobre três lembranças da própria infância. E, por último, a terceira (a que tomo a liberdade de modificar): ao invés de indicar apenas dez blogs, deixo o selinho para quem quiser levá-lo, postá-lo no próprio blog e partilhar as três lembranças de sua infância.

Foi assim que, ontem, comemorando meus 38 anos de idade, lembrei-me dos lindos versos, aprendidos no colégio, do poeta Casimiro de Abreu ao dizer:

“Oh, que saudades que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais!

Que amor, que sonhos, que flores,

Naquelas tardes fagueiras

À sombra das bananeiras

Debaixo dos laranjais!(...)”

Lembranças de infância são doces recordações que invadem as nossas mentes e os nossos corações. É a infância de alguém que nasceu lá pertinho do Pantanal. Dia de aniversário é assim. Retrospectiva existencial. A minha terra natal, o meu rincão querido traz em seu nome a sua própria definição. Corumbá. “Lugar distante”. Oeste do Mato Grosso do Sul. Fronteira com a Bolívia. Cidade banhada pelo belíssimo Rio Paraguai. Espetáculo da natureza. Em tempos de outrora, importância capital com certeza.









 Cidade branca. Branca da sua riqueza do calcário de suas rochas. Mas alvas não são as lembranças. Não passam em brancas nuvens. A alvura apenas existia no corpo do primeiro cão que tivemos. Ele chamava-se Branco. Era um mestiço de dálmata. Não sei de onde ele veio. Só sei que chegou-nos pequeno. Eu tinha apenas três anos de idade. E esta é a primeira lembrança que me vem à memória. Na ausência de irmãos, Branco era o meu companheiro, o parceiro das minhas brincadeiras infantis. Meus pais tinham um pequeno armazém. Morávamos em casa alugada. E Branco era do nosso lar, o guardião, o guarda. Mesmo depois que nos mudamos para nossa própria casa, o Branco mesmo velhinho, para lá também seguiu. Eu o cuidava com muito carinho. E por muitos anos conosco, Branco, viveu. Deve ser por isso o amor que tenho pelos animais. Além de viver mais próxima à natureza, desde pequena, sempre me recordo que tínhamos sempre um animal conosco. Branco para mim foi o primeiro. E deixou sua marca no meu coração. Seu corpo era branco com pintinhas pretas. Branco, na cidade branca, em Corumbá. Saudosa lembrança, que em pensamento, me leva até lá.




Depois, trago na memória, a escola em que me alfabetizei. Chamava-se (e chama até hoje) Colégio Imaculada Conceição. Uma escola dirigida pelas freiras salesianas. Recordo-me que para, lá, comecei a participar do maternal, já com os meus três anos de idade. Maternal, Jardim I, Jardim II, Pré, Ensino Fundamental. Usávamos uniforme nas cores azul e branca. Os sapatos ou as sandálias tinham que ser brancos. Lembro-me das professoras. Em especial, da tia Angélica, uma professora negra que muito carinho e ensinamento nos dedicou. Lembro-me da freira Otília (que está viva até hoje e vive em Campo Grande, MS) que agüentava os meus choros quando assim que cheguei na escola ainda não havia me habituado àquela mudança. Lembro-me dos coleguinhas. Das festas juninas. Das festas das mães. Do teatro. Das músicas. Das filas que tínhamos que fazer antes de entrar para a sala de aula. Dos dias de sábado com a bandeira e o hino nacional. Das horas alegres do recreio. Dos jogos, de amarelinha, de pega-pega, de queimada e tantos mais. Das orações à Nossa Senhora Auxiliadora. Da canção aprendida: “Mãezinha do céu, eu não sei rezar. Eu só sei dizer que eu quero te amar. Azul é teu manto. Branco é teu véu. Mãezinha eu quero te ver lá no céu. Mãezinha do céu, mãe do puro amor. Jesus é teu filho, eu também o sou”! Um agradecimento, um carinho especial, então, às minhas queridas professoras daquela época (que nos proporcionaram a base para a nossa vida). Agradecimento também àquelas freiras queridas. Que, desde cedo, mantiveram em nós a chama do amor a Deus e à Nossa Senhora.



E como não poderia deixar de me lembrar dos meus próprios pais que me transmitiram a vida. Que me acolheram e de mim cuidaram, com zelo e dedicação. Antônio e Maura. Ontem, cedo o telefone, aqui, em casa, tocou. Eram os meus pais. A eles a minha eterna gratidão. Recordo-me dos dois, batalhando pela vida, no armazém que meu pai começou. Tratava-se de um mercadinho de gêneros alimentícios. O pai atendia os fregueses. O armazém era bem sortido. A mãe ficava no caixa. Morávamos no bairro chamado Maria Leite (e até hoje tem o mesmo nome). Próximo dele ficava (fica até hoje) a fábrica do Cimento Itaú. Em dia de pagamento, o movimento (naquela época) era bem intenso dos funcionários que vinham fazer as compras no estabelecimento dos meus pais. Depois, mudamos de casa. E o comércio também aumentou. E, assim foi. Tudo que hoje eu sou devo a eles. Que lá, atrás, com seu trabalho de domingo a domingo. De muitos afazeres e sacrifícios me ensinaram o significado da vida. O que, realmente, a faz valer à pena. Os princípios. Os valores. Lembranças de um tempo que não volta mais. Mas, que com toda certeza, estará sempre guardado no meu coração. Obrigada meus queridos!!




E assim, termino, recordando outro verso de Casimiro de Abreu:

“(...) Que aurora, que sol, que vida,

Que noites de melodia

Naquela doce alegria,

Naquele ingênuo folgar!

O céu bordado d’estrelas,

A terra de aromas cheia,

As ondas beijando a areia

E a lua beijando o mar!”

sábado, 10 de julho de 2010

Eu...


Neste final de semana, vou ler os blogs amigos, preparar o texto sobre o selinho recebido da querida Déia, pensar sobre o tema da blogagem coletiva da Rosélia..Desejo, então, um bom dia e um ótimo final de semana a todos! : )

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A paz de Gandhi...

É lindo, dócil, tranquilo como o pacifista do qual tem o nome. É assim que eu o vejo, todos os dias, quando passo pela calçada daquela academia. Ele é o zelador dela. Em frente, o mercado. E ele fica, ali, senhor do território. Encantador. Não resisto e sempre lhe faço um carinho. E quem pode resistir à sua alegria genuína, à sua paz de criatura. Naquele recinto, entra e sai muitas pessoas. É uma academia de ginástica para mulheres de todas as idades. Elas entram buscando a saúde do corpo. E partem com o sorriso no rosto, pois enxergam naquele ser especial a verdadeira paz de Gandhi!! O nome do labrador é Gandhi, um bálsamo para nossas almas. Então, a todos: a paz de Gandhi! Bom dia : )




quarta-feira, 7 de julho de 2010

Gentileza gera mais gentileza...


Eis, aí, o belo tema proposto pela querida Rosélia do http://espiritual-idade.blogspot.com/  para a blogagem coletiva espiritual ecumênica desta semana:




Num mundo cada vez mais individualista e egoísta, viver a fraternidade traduzida em gestos de gentileza, de desapego material e de amor ao próximo, é, sem dúvida, um grande desafio. Olhamos à nossa volta e encontramos situações de desrespeito, de humilhação, de ausência de caridade para com as pessoas. Seja no trânsito, seja nas filas, seja no mercado, na farmácia, no trabalho, no ônibus, na família, em qualquer lugar. Muitos perderam ou deixaram morrer em si a chama da boa educação, dos bons sentimentos, do bem querer. Já não brilha em seus corações a luz do amor e da justiça. Mas será que tudo está perdido?! Parece que não. Pois, afinal, não podemos também deixar de enxergar que as boas ações existem e estão, aí, para nos ensinar.

Foi assim que ao iniciar mais uma semana de trabalho recebi um belo exemplo de gentileza. Nas minhas últimas férias, andava à procura, no centro da cidade, por uma casa de tecidos que vendesse flanela daquelas mais grossas como de antigamente. Andei e pesquisei em várias lojas. Foi, aí, até que torçi o meu pé numa das tantas ruas e calçadas que percorri. Estava decidida a comprar tal tecido pois queria mandar fazer um pijama bem confortável para o meu querido. Decidi que mandaria confeccionar pois, também, nada encontrava nas lojas que fosse o pijama desejado. O inverno chegou e o pijama do Manoel estava bem surradinho...hehe! Então, sem nada conseguir comentei a empreitada que tive no meu trabalho. O chefe de uma seção próxima à minha e que estava naquele período substituindo a chefia da nossa coordenadoria, ouviu a história. E os dias se passaram.


Nesta segunda-feira, com satisfação, recebi daquele chefe um nome com endereço e site de uma loja denominada Sitel. Ele em conversa com sua esposa, havia se lembrado da minha história e como eles já conheciam tal loja, veio trazer-me a informação de que existia um estabelecimento onde eu poderia encontrar o tão procurado pijama para meu marido. Aquele pequeno gesto de gentileza tornou-se um grande sinal de esperança. Esperança de que nem tudo está perdido. Há muitas pessoas que se preocupam com o outro. É quer maior lição do que a verdadeira prática da solidariedade, da caridade e do amor ao próximo?!!

Por isso só tenho a agradecer aquele chefe e a sua esposa. São pequenos gestos, pequenas ações como essa que fazem toda a diferença. Gentileza gera mais gentileza, transforma vidas e contrói um mundo melhor. Um mundo mais humano. E, aí, é como disse o Cristo: "Bem-aventurados os mansos e humildes de coração pois deles é o reino dos céus"! Afinal, ser gentil, ser bondoso é dar ao outro, dar ao próximo o próprio "céu" de uma boa ação. Obrigada Edgar e esposa! : )











terça-feira, 6 de julho de 2010

Doce mundo...

Eis, aí, um selinho que nos motivou e nos encantou. Visitando os blogs amigos, li as belas e doces palavras da querida Lu do http://milkshakedepalavrasdalu.blogspot.com/ Empolguei-me e com certeza apoio tal idéia. Então, peguei o belo selinho. Obrigada Louise!!

“Blogueiros por um mundo melhor – nós fazemos a diferença”!




As regrinhas constam em apoiar e postar o selinho divulgando o link do blog que lhe ofertou, indicando quantos blogs quiser e contando uma história de como é o mundo que você deseja.

Imaginei, que bela manhã ao ver tantas coisas bonitas neste mundo virtual dos blogs. O nosso dia vai ser mais doce. Doce como um milkshake de morango, um milshake de palavras, de bons sentimentos. Esta é uma doçura saudável. As doces palavras da Louise me remeteram à lembrança de um filme que também fala da delicadeza que tudo é capaz de transformar. Transformar o nosso mundo interior e tudo o que nos cerca. E tudo isso mediante o mel produzido pelas abelhas. Que belos seres, não é?! Pequeninos, mas essenciais. E quanto ensinamentos elas nos transmitem. Basta enxergarmos, ouvirmos e sentirmos. O filme chama-se “A vida secreta das abelhas”. Adaptação para o cinema do best seller da escritora norte-americana Sue Monk Kidd. “The Secret life of Bees”. A história se passa na racista Carolina do Sul do ano de 1964. Ano em que, lá, foi promulgado os Direitos Civis. Todavia, a discriminação e segregação era a prática do dia a dia. Naquele contexto, o drama é vivenciado por uma menina de 14 anos que carrega a culpa de ter acidentalmente matado sua própria mãe, quando pequena. E para fugir dos maus tratos de seu próprio pai, Lily foge com sua empregada e babá em busca de um sentido para sua própria vida. A menina via abelhas voando em seu quarto. E elas, então, são abrigadas numa família de irmãs negras que trabalhavam com apicultura. E, ali, naquele reduto de paz e solidariedade, Lily irá aprender com August (as irmãs tinham o nome dos meses do ano) a vida secreta das abelhas. Vai perdoar a si própria e resgatar a sua história. Assim, pela delicadeza de nossas ações em relação ao próximo, a exemplo de August, modificamos o nosso mundo interior para construirmos um mundo à semelhança de uma colméia de abelhas. Quanta ordem, quanto equilíbrio, quanto movimento laborioso encontramos naquele pequeno mundo. Quem trabalha com apicultura e como vimos no filme, sabe que para extrair o precioso fruto, o mel, é preciso delicadeza, paciência, tranqüilidade e serenidade de presença. É preciso sentir a vida e ser gratos a ela. Então, façamos assim, nesse nosso mundo virtual que reflete o nosso mundo interior. Sejamos doces, como o mel produzido pelas sábias abelhas. Façamos a nossa parte para sermos melhores e, assim, tornarmos o nosso mundo mais florido!! Um grande beijo a todos : )



Quem canta...



É a verdade do dito popular: “Quem canta, seus males espanta”!! Neste lindo dia de sol, levante, cante e espante a tristeza. Deixe ela prá lá, no samba saudoso de Martinho da Vila. Cantar liberta a alma, faz bem ao corpo e à mente. Vibre e sinta a energia que vem dos acordes musicais. Se não gosta de samba, não vou dizer que bom sujeito não é. Levante, fique em pé e cante o que quiser. Mas cante. A vida é muito curta e viver é preciso!! Perdemos a Copa, mas e daí? A vida continua nesta pátria mãe gentil. Ano de eleições no Brasil. Vai começar a propaganda eleitoral...calma...não se estresse. Faz parte da democracia. Ainda que estejamos cansados de tantas mentiras, de tanta hipocrisia. Vamos acreditar que a nossa ação tudo pode transformar e que na letra da canção, “a vida vai melhorar”. Então, vamos cantar com Martinho. Cante poeta da Vila Isabel e encante os nossos corações nesta bela manhã de inverno. Afaste de nós o “inferno” de cada dia. Descortine o “céu” da esperança. Afinal, é mais que certo: “Quem canta, seus males espanta”!! Então, xô tristeza, xô pessimismo. Vivemos de sonhos, sonhar é preciso!! "Canta, canta minha gente"!! Bom dia : )



Ao mestre com carinho...


No sábado último, dia 03 de julho, telefonamos à noite para um grande amigo que fizemos, lá, em Campo Grande, MS. Era dia do seu aniversário. 83 primaveras! Que alegria felicitá-lo por tão abençoada data. Professor, educador, sacerdote, jornalista, escritor, advogado, tradutor e filósofo, assim é Luiz Feracine. Paulista de nascimento (nasceu em Tanabi/SP). Porém, tornou-se sul-mato-grossense de coração (mora em Campo Grande/MS). Vocação nata para o magistério. Mestre na arte do ensinar. Tive a felicidade de conhecê-lo no ano de 1990 e com ele trabalhar até 2004. Quantas apostilas, quantos artigos, quantos trabalhos batidos (naquela época) à máquina. Quantas descobertas feitas no estudo da filosofia. Filósofo do Pantanal. Assim ele gosta de ser chamado. Ama a natureza e a vida simples. Hoje é professor aposentado. Sacerdote jubilado. Mas a ociosidade não está presente em sua vida. Na sua casinha e no seu escritório o lema é trabalho. No recolhimento do seu lar, no silêncio operoso do seu refúgio, o velho mestre vai traduzindo do latim várias preciosidades dos grandes pensadores do passado. Traduções de obras clássicas que não perdem a atualidade. Traduções inéditas. Pequenos livros vendidos a preço popular nas bancas de revistas e jornais. Editora Escala. Ultimamente, ele tem traduzido vários textos do pensador romano Sêneca. E na conversa ao telefone, o professor Feracine vai logo comunicando que para este segundo semestre está saindo cinco textos das suas traduções. Compartilhamos com ele a sua alegria. E ficamos na espera para adquiri-los. Sobretudo, o livro intitulado “Da ira”. De acordo com o professor, uma verdadeira obra-prima no campo da psicologia humana. Aliás, é de se encantar que já naqueles tempos longínquos houvesse profundos conhecedores da alma humana como é o caso de Sêneca. Enfim, pela conversa com o mestre, a minha curiosidade ficou aguçada para ler a referida obra. Já que a emoção da ira, da raiva é bastante presente nos dias atuais. E como não sentí-la com tantas injustiças, tantas enganações, tantas falsidades, tantas desonestidades em voga. Felicitamos o aniversariante, entretanto, quem, em breve, receberá os presentes seremos todos nós. Pois, sem dúvida alguma, serão mais cinco livros de uma excelente tradução e de uma riqueza conceitual tão peculiar ao jeito de ser de Luiz Feracine. Por isso, no sábado último, no silêncio desta madrugada e em todos os dias, agradecemos pelo dom de sua vida e pedimos a Deus Pai que o proteja e o conserve entre nós por muito tempo ainda. Obrigada por sua amizade sincera e verdadeira. Pelos ensinamentos, pelos diálogos e pelo seu testemunho de fé, de caridade e de amor! Salve, Feracine!! : )


segunda-feira, 5 de julho de 2010

A esperança do avelós...



Para enfrentar um inimigo forte e potente todas as armas são bem-vindas. É assim que novos raios de esperança surgem da pesquisa com uma planta originária na África mas muito espalhada por todo o nosso país, principalmente, na região nordestina. Trata-se do arbusto conhecido como avelós ou aveloz. Num dos assuntos abordados pela revista Saúde é vital www.revistasaude.com.br do mês de junho passado, a reportagem da vez e de extrema importância para todas as pessoas que lutam contram o câncer, passou pelo trabalho de Diogo Sponchiato, na matéria que trata da medicina alternativa. Tal trabalho merece ampla divulgação na íntegra. Vejamos.

"O arbusto que desarma o câncer

Vem aí uma droga 100% nacional à base de uma planta capaz de tratar a doença sem os efeitos colaterais da químio.

Os holofotes estão voltados para o aveloz, um arbusto de origem africana que conquistou o território brasileiro de norte a sul. Usado popularmente para remediar diversas moléstias, ele abriga substâncias que, comprovam os cientistas, desarticulam tumores. 'As moléculas apresentam uma ação mais seletiva, ou seja, são tóxicas sobretudo às células cancerosas', conta o farmacêutico Luiz Francisco Pianowski, que coordena as investigações. O fitoterápico já passou por experimentos em cultura de células e ratos e, agora, é testado em 40 mulheres com câncer de mama em estágio avançado. O trabalho é feito em parceria com hospitais como o Israelita Albert Einstein e o Sírio-Libanês, em São Paulo. O objetivo é avaliar o efeito terapêutico e a segurança da droga, que, se continuar a render bons resultados, deve chegar ao mercado em 2011.

Ficha da planta
Nome popular: aveloz ou avelós
Nome científico: Euphorbia tirucalli
Onde se encontra: regiões Sul, Sudeste, Norte e principalmente Nordeste.

Duas frentes de batalha

Destruição - O medicamento feito do aveloz é composto de cinco moléculas com ação sinérgica. Uma delas, o ingenol, incentiva a derrocada do tumor ao corromper o funcionamento das células cancerosas, levando-as à degeneração.

Suicídio celular - Outra molécula presente no fitoterápico, o euphol, estimula um fenômeno chamado apoptose, a morte programada da célula. As unidades do câncer costumam ficar imunes a esse mecanismo. O euphol, porém, as induz a cometer suicídio.

As vantagens do aveloz

Na corrida para eliminar as células cancerosas, a quimioterapia tradicional destrói também células sadias e provoca efeitos adversos, como náuseas e queda de cabelo. O novo fitoterápico tem o tiro mais certeiro, poupando o paciente dessas chateações. 'Além disso, diferentemente dos quimioterápicos convencionais, que são injetáveis, ele é administrado na forma de comprimido, o que facilita o tratamento', diz Pianowski.

Promessas de combate da planta

* Câncer de mama
* Câncer de próstata
* Câncer de pulmão
* Câncer de intestino" (in Revista Saúde é vital, junho 2010, pág. 40).

Pequena matéria mas essencial. Pequena como pequeno é o arbusto que trará esperança para milhares de pessoas. A matéria fala em alguns tipos de câncer mas sentimos que os benefícios de tal planta virá para todos. Hoje, também já existe a quimioterapia com comprimidos como é o caso do quimioterápico denominado Xeloda que é o que minha mãe faz uso e que também não traz os efeitos adversos da quimioterapia convencional. Medicina alternativa à serviço da convencional e com ela à serviço da vida humana! Vamos lá em frente, quem sabe já no próximo ano minha mãe, o nosso amigo Pe. Cláudio e tantos outros estarão tomando os comprimidos de tal planta. A luta continua e viva o avelós!! Na imagem tirada da internet podemos ver a florzinha nascendo no aveloz. O broto simboliza a renovação da vida. Eis, aí, a força e a beleza da natureza à serviço da vida humana! : )

sábado, 3 de julho de 2010

A arte da partilha...


“Algumas vezes é preciso dar alguns passos atrás para enxergar o quadro todo”. Este foi o pensamento que me chamou a atenção quando passava por uma locadora de vídeo próxima de casa. Estive ausente nos últimos dias do blog dado às responsabilidades do trabalho e aos cuidados mais intensos com a família. Todavia, mesmo com todo o movimento do dia a dia, aquela frase estampada na capa daquele filme, atraiu o meu olhar e decidi entrar e locar aquele vídeo. O novo mês ainda não havia iniciado. Andava em falta com minhas leituras dos blogs amigos que gosto de visitar. Não consegui assistir o filme nos dois dias de locação. Então, renovei o aluguel por mais dois dias. Aí, numa noite após o trabalho, após o jantar, com meu marido, consegui assistir o tão esperado filme. Percebi, então, que já estávamos no inicio de novo mês. Julho havia chegado. Como os dias voam, os meses passam e o ano se vai, pensei. Precisava voltar ao blog e retomar os escritos. Retornar às visitas. Continuar o registro da maravilhosa aventura das nossas jornadas existenciais. Escrever, partilhar é preciso. Partilha eis aí a palavra exata. Conceito tão bem explanado e explicado no belíssimo texto “Espiritualidade e partilha de vida”, da querida amiga Déia do blog Rumo à escrita http://www.rumoaescrita.blogspot.com/ Eu li o texto, Déia. Ficou maravilhoso e suas palavras me tocaram o coração. Por isso, mesmo ausente do blog aguardava o momento de retomar também o meu rumo e vir, aqui, partilhar as coisas boas que acontecem em nossas vidas e as experiências que as edificam. Partilhar o que captei e o que desfrutei da mensagem apreendida e aprendida do filme cujo título original é Local Color (Cor local) mas que foi traduzido para o português como “O Mestre da vida”. O referido filme é baseado na história real que nos apresenta o belíssimo encontro entre dois talentosos artistas da pintura representativa, a saber: Nicoli Seroffi (o pintor mestre) e o jovem aprendiz John Talia Jr. Seroffi é um pintor russo radicado nos Estados Unidos da América do Norte. Por causa da invasão dos nazistas foi obrigado a abandonar a sua terra natal, onde também perdeu a sua amada esposa. Livre da loucura do nazismo, constrói sozinho sua nova vida mas vê também na arte da pintura dita “progressiva”, a “morte” do bom senso e da beleza estética. A sua esperança na vida e na arte ressurge novamente ao deparar-se com o jovem John Talia Jr. John buscava um sentido para sua paixão pela pintura impressionista. E naquela partilha de vida e de aprendizagem ambos se enriquecem como pintores e como pessoas. O impressionismo na pintura foi um movimento que modificou a maneira de expressão dessa arte nas telas, nos quadros. O seu enfoque, com os elementos da luz e do movimento, era a representação do objeto em si. Captar as cores que se transformavam por causa da luz fazia parte da habilidade do artista. Por isso, o título original Cor Local , conforme dito pelo próprio personagem do aprendiz inquirido pelo mestre, significa a essência do objeto a ser captado antes de ser modificado pelas coisas que o cercam. Manet, Monet, Pizarro, Renoir, Cézanne e tantos mais foram pintores impressionistas. A sensibilidade de George Gallo na produção do filme em questão revelou o seu ser, além de produtor e diretor de cinema, um pintor, músico norte-americano nascido em 1956, em Port Chester, Nova Iorque. Lição de arte e de vida. A arte partilhada é o que valida o nosso sentir. Onde há contexto, há declaração. Declarando há o intercâmbio (comunicação) e no intercâmbio encontra-se a beleza. E havendo beleza sempre existirá a arte. E como os pintores, os escritores necessitam da validação do seu sentir. Fazer-se entender e comunicar a beleza do seu sentir. Arte partilhada é como a vida deve ser. Pois é no dia a dia, no caminho dos acertos e dos erros, na busca de ser melhor, na partilha de nossas existências é que encontramos a beleza de viver. E numa das tantas passagens belas que encontrei naquele filme, o velho pintor russo indagou ao jovem rapaz se ele acreditava em Deus e se fazia as suas orações. E o John respondeu afirmativamente. Então, Nicoli lhe revelou que para realizar uma grande obra de arte é preciso estar em paz com sua mortalidade e reverenciar o Criador. Pois, somente assim se toca os corações humanos, na verdadeira partilha do amor. Aplausos a você, George Gallo por sua mensagem e sensibilidade artística num filme que não foi tão divulgado por aqui. E aplausos a você, também, Déia, pela arte de sua bela escrita!! Estamos de volta à blogosfera. Um bom final de semana a todos, com carinho e grande amizade!! : )


quinta-feira, 24 de junho de 2010

São João...


E viva São João!!

"Se São João soubesse que hoje era o seu dia...São João, o santinho distraído, que estava dormindo e não sabia que aquele era seu dia, recebia do povo as rosas e os cravos, as graças e as ternuras das mãos inspiradas das sinhazinhas doceiras que criavam em sua homenagem os melhores doces brasileiros".  (Desconheço a autoria).

Boas festas juninas, com muito amor no coração!! : )




 


Coisas da vida...


Este post é para divulgar um lindo blog que conheci denominado Coisas da vida http://inespsico.blogspot.com/ da querida psicóloga clínica, Maria Ines Rodriguez.  Seu trabalho é muito importante. Pois trata da vida dos sentimentos das pessoas. Ines é especializada no atendimento psico-oncológico, tanto dos pacientes, quanto dos seus familiares. E quanta riqueza há naquilo que vai dentro de cada um de nós!! Medos, apreensões, dúvidas, angústias, tristezas, mas, também, alegrias, saudades, amores, enfim, um universo infinito e dinâmico!! É assim que Ines se propõe nos textos que recomeça a postar em seu blog. Diálogo, partilha, troca. Coisas da vida. É isso aí, Ines. Parabéns!! Que Deus Pai continue lhe abençoando na profissão que escolheste, mas, acima de tudo, na vocação que parece ser-lhe tão peculiar que é o de tocar os nossos corações com a delicadeza de suas palavras!! E vamos em frente, sempre!! Beijos no seu coração : )




quarta-feira, 23 de junho de 2010

Sol de inverno....



Apareceu o sol...



Sol de inverno...


Mas faz muito frio...brrrr....







Então, um bom dia com um café bem quentinho....



Com muito carinho...



Avante, Brasil!!! : )



terça-feira, 22 de junho de 2010

A dignidade humana...

Falar sobre a dignidade humana é tema que sempre possui atualidade. Seja, então, nesta manhã fria de inverno, para aquecer os nossos corações e ações, as palavras de um texto publicado no jornal O Correio do Estado de Campo Grande, MS, aos 01/10/1999. O meu carinho e homenagem ao querido professor e mestre Luiz Feracine!!


A dignidade humana

1. Findaremos este século adentrando o próximo milênio sob o signo da comemoração do cinquentenário da Declaração Internacional dos Direitos Humanos. Todavia, contraditoriamente, ainda defrontamo-nos com episódios que maculam a dignidade de milhões de seres humanos. Parece que não basta apregoar os Direitos Humanos, mas faz-se necessário alicerçar tais conceitos na única dimensão que lhe assegura consistência e credibilidade, a saber, a natureza racional e livre da pessoa humana.

2. Sob esse enfoque, festivamente, tomamos conhecimento da segunda edição do precioso opúsculo intitulado “A Dignidade do Homem” da autoria de Giovanni Picco, Conde de Mirândola e de Concórdia, editado pela Sólivros desta capital. À beleza estrutural e conceitual do texto unem-se a riqueza e a perfeição estilística da tradução e das notas feitas por Luiz Feracine.
3. O tradutor,o filósofo do Pantanal como é denominado, quando do prefácio da segunda edição, aponta como causa das guerras e da miséria humana a raiz anti-filosófica que culmina na ignorância do significado autêntico acerca da dignidade humana. É por isso que o homem, hoje, vive espezinhado. Aliás, para a nossa época tem sentido a frase de Heidegger: “Época nenhuma soube menos o que é o homem do que a atual”. Isso não obstante, os tempos de hoje são especialistas na oratória a respeito de tais direitos. É a tal retórica da saliva.
4. Eis porque e em boa hora, encontramos em Picco, protótipo do jovem humanista e intelectual de sua época, o conteúdo antropológico que desde 1496 vem servindo de base para fundamentar os Direitos Humanos. Oficialmente, o livro “A Dignidade do Homem” é considerado o primeiro texto de antropologia filosófica do Ocidente. A originalidade do estudo de Picco consiste em alicerçar o conceito de dignidade na liberdade que enobrece o ser humano.
5. Sob esse aspecto, em lance de extrema beleza literária e profundidade filosófica, seja a passagem em que “a fênix dos gênios”, focaliza a liberdade como tema central para explicar o ser humano qual obra inacabada mas perfectível: “Não te fizemos nem celeste nem terreno, mortal ou imortal, de modo que assim, tu, por ti mesmo, qual modelador e escultor da própria imagem, segundo tua preferência e, por conseguinte, para tua glória, possas retratar a forma que gostarias de ostentar. Poderás descer ao nível dos seres baixos e embrutecidos; poderás, ao invés, por livre escolha da tua alma, subir aos patamares superiores, que são divinos” (in “A Dignidade do Homem”, págs. 53 e 54). Portanto, no exercício da sua liberdade, o homem decide sobre si e sua forma definitiva. Nesse sentido ele é causa de si mesmo, porém a título de criatura e de causa segunda.
6. Em sua abrangência precoce do saber, Picco, de sólida formação religiosa, soube ser um estudioso e cientista sem descurar a visão da transcendência. Ele era um pensador de profunda fé teológica e bíblica. Aliás, a sua percepção de ser humano está calcada na antropologia religiosa tal como foi explicitada pelo Magistério Oficial da Igreja no texto da constituição conciliar: “Gaudium et Spes”. Naquelas páginas, tratando do valor da pessoa humana, indicam-se os motivos mais remotos da sua dignidade e superioridade relativamente ao resto da criação.
7. Evidente que, ao destacar a dignidade do homem em nosso meio cultural, o ilustre professor da Uniderp e da Unaes, objetiva realçar uma instância suprema que ultrapassa de muito a precariedade de embasamentos feitos de mera positividade. Afinal, os “homens das ditaduras” eram todos figurados como modelos do positivismo jurídico de suas épocas. E quem teria, hoje, a coragem de engrandecer as tristes imagens que fizeram a grandeza marcial do cidadão sob os regimes de Hitler, Mussolini, Lênin e Stálin, Franco, Salazar e da ditadura militar brasileira?! Todos eles só criaram caricaturas da autêntica “dignidade humana”.

Portanto, ao alicerçar o conceito de dignidade na natureza racional e livre do homem, estamos mais do que declarando ou positivando os Direitos Humanos. Estaremos sim operacionalizando, concretamente, a efetivação dos mesmos, lançando mão das condições conceituais impostergáveis que nos predispõem favoravelmente para a erradicação de todo tipo de miséria humana.
8. Conclusão. Ocorre, aqui, uma frase do jusfilósofo alemão R. Spaemann (in “Lo Natural y lo Racional”, trad. Espanhola, Madrid, 1989): “A dignidade do homem é inviolável. Eis aí um conceito que pode ser tido como o direito humano em geral” (pág. 90). E mais na frente Spaemann acrescenta: “A idéia de dignidade humana encontra seu fundamento teórico e sua inviolabilidade em uma antologia metafísica, vale dizer, em uma filosofia do absoluto. A presença da idéia do absoluto numa sociedade é condição necessária para que seja reconhecida a incondicionalidade da dignidade do homem” (pág. 93). É como ensinava Kant: “O homem é um fim em si e nunca meio nas mãos de outros nem do poder”. Por sua vez, Miguel Reale repete: “O homem é o valor fundante de todos os valores”.




Errata...

Um erro que notei dias depois da postagem e que, ontem, a querida amiga portuguesa Helena do Pérola de Cultura http://peroladecultura.blogspot.com/ me alertou. Na postagem de homenagem ao jornalista, escritor, poeta e dramaturgo José Saramago, o nome da sua esposa não é Ana (que troquei, delirei...hehe..rsrsrs...), mas, sim PILAR DEL RIO, uma jornalista espanhola (a mulher que o beija na foto abaixo). Obrigada Helena!!! Salve, então, José e Pilar!!! : )


segunda-feira, 21 de junho de 2010

O inverno se inicia...



O inverno chegou. Vento minuano gelado. Noites mais longas. Dias mais curtos. Nada de roupas leves. O sol aparece mais tarde e parte mais cedo. Chuva. Nevoeiro. Neblina. Tênue luz que descortina um novo amanhecer. Sair de casa para o trabalho torna-se árdua missão. Já que o aconchego do lar aquece o coração. O inverno se percebe quando os casacos despontam nas ruas. Desfilam as botas, a manta, o cachecol. Torna-se mais saboroso um prato de sopa, um copo de chocolate quente, uma cuia com chimarrão, um assado em fogão de lenha ou um simples pedaço de pão. Há menos fadiga já que o inverno nos convida a uma maior introspecção. É tempo de hibernação. Na estação mais fria. O inverno se inicia. Que as baixas temperaturas não congelem o nosso ser. Reservemos as energias. Que seja a alegria o combustível que aquece o nosso viver. O inverno se inicia. Que venha então. Façamos o melhor. Para que mais na frente a vida volte a florescer!










Uma boa semana : )





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