quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O café de cada dia...


Cheirinho de café. Feito na hora. Adoro o aroma. Gosto dele no leite. Aguçar o olfato. Ativar as lembranças. Novo dia chegou.  É a primeira semana de novembro. E já estamos no final do ano. Aproximamos do Natal. Horário de verão.  É terminada a eleição.  Façamos o melhor. O cheiro de café invade a alma. Inunda a casa. Pessoas que saem para o trabalho. Crianças que vão para a escola. O movimento dos carros. Produto nacional. Bebida preferencialmente matinal.  Vai bem com bolo de fubá. Rosquinhas. Quitutes.  Seja lá. O pãozinho com manteiga. É uma beleza.  O cheiro de café convida ao inicio de uma nova jornada. O sol brilha no céu. Manhã de novembro. Chega aí. Açúcar ou adoçante?! Pare um instante.  É a vida que pulsa. Também numa xícara de café. Que alimenta a mente e desperta do sono. E nos coloca em pé. Então, um bom dia, um bom café a todos!!


BEIJOS NO CORAÇÃO!! : )


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Nossos falecidos...


Recordar as pessoas queridas que já partiram é tê-las,  um pouco,  em nossos corações. É acreditar, pela fé, que pela comunhão dos santos, de alguma forma, estamos a elas ligados. Hoje é o dia de finados. Tempo de visita aos campos santos. Passagem pelos cemitérios. Naqueles recantos de silêncio e de recolhimento, proferimos as nossas orações. Lembramos daqueles que nos precederam na passagem desta vida para a eternidade. Parentes, amigos, conhecidos e tantos outros mais. Meditando sobre a morte e sobre a vida me vem à lembrança o livro indicado por um professor, quando, então, iniciávamos o estudo do Direito. A Cidade Antiga de Fustel de Coulanges. Aquele portentoso e sistemático historiador francês era um profundo conhecedor da língua e das instituições greco-romanas. Daí, a indicação de tal leitura para conhecimento de uma das mais antigas instituições, a saber, o respeito pelos falecidos. Assim é que aquele historiador toca o coração do homem ao dizer que o mistério da morte "(...) elevou seu pensamento do visível para o invisível, do passageiro para o eterno, do humano para o divino (...)".  Mistério que se ilumina quando recordamos, também, as sábias palavras de S. Paulo: "Combati o bom combate. Findei a corrida. Guardei a fé".  Eis, aí, sintetizada na profissão paulina, a certeza e a alegria da participação na vida eterna junto a Deus Pai. A esperança, a fé e a caridade que nos move rumo à pátria celeste. Que, neste dia, então, os nossos falecidos intercedam por todos nós que, aqui, ainda, estamos e trilhamos o caminho em busca da paz, sempre!!  Amém.

Bom dia, boas orações a todos!! : )


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Ao amigo e irmão...


“Amigo é coisa prá se guardar do lado esquerdo do peito”!! Três meses da sua partida. Está junto a Deus Pai. Lembramos sempre de ti. É isso aí. Você, Pe. Cláudio, ficou em nossos corações!! Obrigada querido amigo, pela partilha, pela alegria, pelo carinho, pela atenção. Cumpriu a sua sina, a sua missão. Então, um grande beijo, grande abraço e que a paz esteja contigo!! Até algum dia amado amigo, querido irmão!! : )

O olhar transformador...


Vem fazer em mim morada. Entra na minha casa. Entra na minha vida. És consolo e graça. Misericórdia e compaixão.  E, lá, em Jericó, um pequeno e rico homem. Publicano e cobrador de impostos. Desonesto e ladrão. Movido por curiosidade e inquietação. Subiu na figueira para ver Jesus passar. E o Nazareno no meio da multidão. Para ele voltou o seu olhar. O olhar do Bom Pastor que vai atrás de sua ovelha perdida. E olhando nos seus olhos pediu a Zaqueu que descesse daquela árvore pois com ele, na sua casa, naquele dia, iria ficar. O espanto foi geral. E comovido com a atitude benevolente e misericordiosa de Jesus, aquele homem sua vida transformou. Pois o amor o tocou. E ele abriu o seu coração. Compreendeu que seu ofício deveria ser serviço ao próximo. Reconheceu suas faltas e tudo que havia de mal havido devolveu quatro vezes a mais. É assim nas nossas vidas. Somos, muitas vezes, também Zaqueu. E Jesus nos olha com o mesmo olhar e aguarda a nossa conversão. A cada dia, todos os dias. Então, que Ele nos faça de morada. Que entre na casa do nosso coração. Conceda a cada um a salvação. Que é dom, que é graça. Força e luz. Jesus. Entra na nossa vida. E "faz um milagre em mim"!!  Pois o amor tudo pode e tudo transforma!! Vamos olhar, também, as pessoas, os acontecimentos, a natureza, a criação,  a vida com os olhos do amor transformador!! Amém!!
Foi assim a mensagem que meditamos do domingo que, ontem, passou.
Boa noite : )

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Recadinho...

Estive na correria do trabalho. E, neste final de semana, trabalharei também. Mas, tenham a certeza, que vou visitar (como sempre gosto) os blogs amigos, assim que puder.  Estou visitando aos poucos. E agradeço a visita de todos. Desejo um ótimo final de semana, boas eleições e um grande beijo no coração!! Fiquem com Deus, boa noite!! : )


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

No jardim de Monet...


Na visão daquele jardim...
bate dentro de mim a impressão que ficou...
É assim que o artista, o pintor, captou.
 E Monet partilhou e  nos deixou o seu belo jardim.
 A arte antes de tudo nasce no coração...
 Transforma-se em partilha e valida o nosso sentir.
 Movimento e luzes.Cores vibrantes.
 Flores e caminho. Encontro perfeito.
Onde há contexto, há declaração.
 Com declaração, há comunicação.
 E na partilha aí encontramos a beleza.
E com a beleza presente a arte jamais terá fim.
 E foi assim. Dentro de mim. A impressão que ficou.
A beleza daquele jardim...
 Minha idéia é meu pincel e a tela é o meu coração.
 As cores são os sentimentos.
 E a partilha da vida, eis, aí, a grande lição!


* Participação na Blogagem Coletiva Minha Idéia é meu pincel da criativa Glorinha L. de Lion do Café com Bolo  Glorinha, sentei-me à mesa, tomei um café gostoso e deixei os sentimentos fluírem na tela escolhida.

Um grande beijo, um bom dia a você e a todos!! : )

Amanhece os corações...



Desfazendo a magia da noite, o dia vem amanhecendo...

O silêncio reinante vai aos poucos desaparecendo...

Primeiros raios, primeiras horas...

Levantar e preparar um novo dia, nova manhã.

Novelo de lã, girassol na janela, da moça tagarela..

Esquece o breu da noite escura e que apareça a luz brilhante...

Beijos de amor, sonhos de cetim..

Desperta e traz esperança, traz vida e alegria.

Não tema a luta, siga em sua labuta, siga o seu caminho..

Vá em paz...A moça, o rapaz, o menino, a menina,

o homem e a mulher...

Segue em frente, assim como uma brisa,

um repente carregado de versos e rimas, de prosas amigas...

Desliga o botão da dor, faça de sua vida uma lição de amor.

Vejam os girassóis que brincam seguindo o astro maior,

estrela de primeira grandeza, da mais pura beleza...

Venha e fica em nossas vidas...

amanhecendo os nossos corações!!
 

Bom dia! : )
 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A arte do escrever*

Vale à pena ler de novo!!
 
 
O ofício do escrever é tarefa daquelas que não tem hora, tempo nem lugar. A qualquer momento é tempo, hora para a escrita. Muitas vezes, vivemos o “vazio” das idéias e dos termos. Noutro, passamos pela efervescência dos pensamentos, das palavras, dos sentimentos. Arte conceituada é conjunto de preceitos para um perfeito fazer. Na execução, busca-se a excelência do apuramento estético. Do brilho das letras. Da sinceridade do conteúdo. Da elegância dos juízos. Da expressão clara e coerente. Escrever é assim. Um ato de conhecimento, de vontade e de esperança. Domina-nos uma ânsia quase compulsiva de expressão. Comunicação. Vasculhamos as gavetas dos conhecimentos apreendidos e aprendidos. Vistoriamos os armários das nossas ciências. Misturamos o sentir na argamassa da futura obra. E como engenheiros e arquitetos, planejamos e executamos os edifícios dos nossos textos, das nossas idéias. Construimos casas. Apartamentos. Vilas. Bangalôs. Que maravilha seria produzir casas para todas as pessoas sem teto. Bastaria somente escrever. Um texto a cada hora. A cada dia. E o problema da habitação estaria resolvido. Pois o escritor também é movido e guiado por algum fim. Finalidade, objetivo, termo de chegada. Busca incessante à procura de respostas. O seu mote é acreditar. Sua pena desliza nas asas da esperança. “Quem espera sempre alcança”. E no ofício de escrever, o escritor espera alcançar o seu céu de alegrias. Comunicar sua dor. Seu amor. O seu conhecer. A sua percepção e sentir. Comunicar o seu ser. Escrever sobre tudo. A semana, a copa, a política, o tédio, o filme, o livro, a última invenção medicinal, a vacinação, o trabalho, a viagem, a cidade, a raiva, o sorriso, o palhaço, o universo. A comunicação é universal. Quando apreendemos algo de bom queremos partilhar. Já dizia a boa filosofia: o bem é comunicativo de si. Não nos aguentamos. Precisamos falar. Precisamos escrever. O ofício do escrever é assim. Comunicação. Doação de ser. Construimos, fazemos, escrevemos. Tocamos a essência das coisas com o tintilar da nossa pena. Da nossa caneta. Do lápis. Do nosso teclado. Tocamos a vida resumida a letras e tinta. Real e virtual. Tocamos cabeças e mentes. Corações e almas. E não importa a que distância estejamos. O escrever ultrapassa as barreiras do tempo e do espaço. Transcende a sua própria morada rumo ao infinito. O ofício de escrever acontece assim. Ele nos desperta do sono e nos impele a produzir, a construir. Hoje, construi um bangalô florido. O sol esta aí. Arrumem-se os girassóis. Pois eles querem girar. Na arte, no ofício do bem escrever. É assim o meu ser.
 
* Texto escrito  por mim e postado no blog aos 27/04/2010.
 



Bom dia!! : )
 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Nasce o juízo*....

* O texto foi escrito e postado aos 12/03/2010. Vale à pena ler de novo.


O danado resolveu, ali, nascer. Demorou mais de 37 anos para despertar. Todos afirmam categoricamente: o juízo chegou. Se o juizo chega causando este incômodo melhor seria viver desajuizadamente. Afinal, juízo em exagero é vida em “camisa de força”. Existência sem sonhos, essência sem ilusões. Fria e dolorida realidade. Trajetória sem emoções. Ai...e como fica no fundo aquela dorzinha latejante. O juízo é um senhor vestido de fraque. Formalidade em pessoa. Chega tão devagarinho. Sorrateiramente, sem alarde. Mas quando chega, fraqueia nosso ânimo. Agita nossos horizontes em turbulentas preocupações. Nascer ou não nascer, eis a questão. Nem Freud explica. Surge um friozinho aterrorizante. Um baita medo. O que é isso, Suzi?!, falo para mim mesma, advertindo-me sobre minha pouca coragem...hehe! Tens medo do juízo ou de perdê-lo?! Ou quem sabe os dois...beiro quase o desespero. Quanto drama, imagino. É, cabeça de mulher é assim, cheio de gavetinhas. Tentei ignorar o juízo. Mas nada feito. O princípio é o mesmo: a toda ação corresponde uma reação igual e contrária. Todavia, nem Newton dá jeito. Indiferença gerou rebeldia. O juízo não satisfeito com o pouco caso que lhe dispensei, achou por bem o seu próprio espaço buscar. Galgou lugar mais altaneiro. Junto ao céu. É bastante soberbo este senhor. Um petulante. Mal-educado, pois nem foi convidado para ali se instalar. Mas quem disse que disso tudo ele quer saber. Para ele meus lamentos, são chorumelas. Sou o próprio muro de Jerusalém..haha! Mas, sinceramente, quem não tremeria as pernas em semelhante situação?! Aturar o indesejado visitante não seria a melhor solução. É preciso tomar posição. Posição de combate para arrancá-lo do seu céu de brigadeiro. Desalojar o espaçoso. Mandá-lo para seu devido lugar. Abrir-lhe a porta da rua. E nem mesmo dele despedir pelo seu atrevimento. Onde já se viu o abusado incomodar?! Provocar dores de cabeça e até mesmo indisposição para as nossas refeições. Criando coragem ajuda procurar para deste embaraço me livrar. Profissionais aos montes. Competência não sei. Difícil adivinhar. Mas é preciso arriscar. Sem outra alternativa. Senhor juízo convido-o a se retirar. Educada mesmo querendo um pontapé lhe dar. Porém, o riso melhor é daquele que por último ri. Sorriso radiante quando nas minhas mãos o senhor, juizo, estiver. Com o dente do siso extraído minha alegria estará vestida com a jardineira lilás!

* Com as nossas homenagens aos dentistas pelo dia de hoje!! Parabéns Suellen!! Ah, outra informação: naquele mês extrai um siso que havia nascido e outros três que estavam inclusos...hehe!! Tudo resolvido...hehe!!

Bom dia! : )

Doce encanto da palavra que encanta o meu coração...



Um bom dia, boa semana a todos!! : )

domingo, 24 de outubro de 2010

Dois barcos, um sentido, uma missão...


Duas crianças ansiavam por brincar. Dois barquinhos de papel na lagoa soltariam. Um deles usava papelão e pregava nele a sua foto, os seus feitos. Suas conquistas. Seus méritos. Enfeitava daqui e dali. Fitas, adesivos. Muitas coisas além. No barquinho desse primeiro quase nada mais cabia.  Já não parecia um barco. Estava todo abarrotado. Mas o menino vaidoso aos quatros ventos gritava:
- “Veja só como sou bom de verdade. Segui à risca o manual de construção. E o meu barco é o melhor de todos. Mereço ganhar o prêmio da primeira colocação. Pois ele é o mais lindo. E eu sou o cara. Ao invés, você – disse olhando para o outro menino – não é de nada, é um idiota. Veja que lixo está fazendo. Seu barco é pequeno e totalmente sem graça. Não tem adereços nem serventia. Ainda bem que não sou burro feito você!”.
O segundo menino nada respondeu. Estava com a cabeça baixa e com paciência confeccionava o seu barquinho.  Papel bem fininho. Mas consistente. De apenas uma cor. Sem adesivos nem adereços. Só o desejo de fazer seu melhor. Não tinha muito.  Era pequeno. Mas com todo o seu coração suplicava aos céus que houvesse bom tempo. E que seu barquinho pudesse navegar nas águas tranqüilas daquela lagoa.  E se não desse certo mesmo assim diria:
- “Fiz o que pude. Tentei. Mas, ainda vou tentar mais uma vez. Nada me desanimará. Pois não há alegria maior do que ver o barquinho navegar”!!
Feitos e prontos os barquinhos, foram os meninos, soltá-los na água. O do primeiro. Aquele todo sofisticado. Ficou  alguns segundos parado. Mas o peso das quinquilharias era bem grande. Pesavam os méritos. Os adereços. Que o pobre coitado. Não teve jeito. Foi afundando igualzinho a uma pedra. Nada restou. E o menino com a cara no chão ficou. Chorou e esperneou. Mas nada do que fez adiantou.
O barquinho mais simples e sem muitos enfeites em cima da água feliz flutuou. Singrava as ondas suaves da lagoa do amor. E o guri sorria de alegria. E o seu coração estava cheio de agradecimento sincero e verdadeiro.


Assim é que na estória dos dois meninos e seus barquinhos encontramos a mensagem que o Cristo, hoje, nos transmite com a parábola do publicano e do fariseu.  A oração do fariseu era cheia de vaidade e de orgulho.  Vaidade da auto-suficiência. Como se a salvação dependesse somente dos seus méritos pessoais. Cumpridor da lei de Moisés, dos costumes e das tradições. Cheio de si, logo se esqueceu que o único autor do bem e do que tinha de melhor só poderia vir de Deus.  E o cobrador de impostos desprezou. Era um pecador.  Homem de classe inferior. Eis, aí, o orgulho destruidor. Dois males do mundo e também atuais. Orgulho e vaidade. Nenhum bem nos faz. O publicano, ao invés, dos seus pecados, arrependido, pedia perdão. Humilde esperou na graça de Deus. E justificado saiu. Pois é assim a mensagem de Jesus: “Quem se humilhar será exaltado e quem se exaltar será humilhado”!
Humildade perante Deus Pai. Oração em súplica, insistente na fé. Pois, as preces daqueles que se tornam “pobres” diante do Pai, são mensagens que atravessam as nuvens do céu. É, assim, que S. Paulo já no fim da sua vida, escrevendo a Timóteo,  nos incentiva a prosseguir: “Combati o bom combate. Completei a corrida. Guardei a fé”. Vida a serviço dos necessitados, dos excluídos.  Algumas vezes somos como o barco do fariseu. Outras como o barquinho do publicano. Mas, façamos o propósito de sempre sermos humildes perante o Pai. Pois dele é a vitória e a graça. Razão eterna do nosso chão. Sentido da nossa história. O Barco da nossa salvação.
Hoje, também é o dia das Missões. Que Deus Pai em sua imensa bondade derrame suas bênçãos pelos caminhos de todos os missionários. Somos igreja a caminho. Não vamos sozinhos. Caminhamos unidos, cumprindo a missão. A missão de partilharmos o mundo com nossos irmãos! Amém!


Um bom domingo a todos!! : )

 

sábado, 23 de outubro de 2010

Uma coisa e um doce...


O que eu quero ser?! Eis, aí, o desafio da querida e talentosa Juju do lindo blog  Como eu aprendi a sorrir http://comoeuaprendiasorrir.blogspot.com/

A Juju é filha da nossa amiga Deia do Rumo à escrita http://rumoaescrita.blogspot.com/

Visitem os blogs das duas, vocês irão muito gostar. Afinal, é assim. "Filha de peixe, peixinho é"!! 

Então, Juju, entrei na brincadeira e agora vou logo dizer o que sendo uma coisa ou um doce, gostaria de ser.

Se eu fosse algo, seria...

*  Um instrumento musical. Um violão, uma harpa, um piano ou um pistão. Saxofone ou flauta. Violino ou acordeão. Para nas mãos do artista lindos acordes criar. Para os ouvidos dos outros melodiosamente encantar. A música toca a alma. É a poesia do coração. Eis, então, o que primeiro seria, se uma coisa eu fosse.

* Um diário normal ou um diário virtual. Para nele colocar os acontecimentos da vida. As boas lembranças. As vitórias. As esperanças. Os sonhos de criança e de adulto também. Diário como um caderno, como um sincero confidente. Esta é a segunda coisa que seria, se alguma coisa eu fosse.

* Uma piscina de plático ou de material. Pois no calor que virá. No verão que já vem. Refrescaria as pessoas e viveria sempre fresquinha. Testemunha de muita alegria. De crianças, de pais, de amigos e visitas. Que nadariam e brincariam nas águas mornas e relaxantes. Àgua que nos refaz!


Se eu fosse um doce, seria...

* Um pé-de-moleque com bastante amendoim. Para ouvir o crock, crock dos pedaçinhos desfeitos. Em bocas satisfeitas e alegres com o seu gosto festivo. Este doce seria por primeiro.

* Um algodão doce cor-de-rosa, amarelo, azul anil. Ou mesmo branco da cor da paz. Algodãozinho macio. Desmanchando no céu da boca. Guloseima dos circos e dos parques, das festas e das quermesses. Sempre gostoso e nos fazendo feliz!

* Um picolé de limão. Aí, perguntará isso é doce?! É sim, mas pode ser de chocolate, de morango, de melancia, maracujá ou kiwi. Picolé é tudo de bom. Refresca o corpo e as idéias. Pedida certa no verão!!

Taí, Juju as respostas da brincadeira que você iniciou. Agora, as pessoas amigas que, também, quiserem participar. Podem logo, levar o selinho acima e criar o seu post.

Um grande beijo para você e para sua mãe, e para sua outra irmã também!! Fiquem com Deus!! Uma ótima noite de sábado e um ótimo final de semana!!



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

No rastro da lua cheia...

Se chega a algum lugar!!




Boa noite! : )

O balanço da paz...


 
Uma rede para embalar. Uma árvore para deitar. Avisa aí: o final de semana chegou. O descanso dos afazeres. O refúgio da correria. O oásis da alegria. Morada dos encantos.  Ouçam o canto. Na melodiosa sinfonia dos pardais.  Jardim paradisíaco. Fontes e belas cascatas. A relva molhada do orvalho que desceu. Quando chega a sexta-feira a pausa merecida sempre vem.  Ficamos mais felizes e os animais também. Levamos nossos olhos a passear pelos horizontes. Admiramos o céu, as pontes. Árvores em oração. Erguem-se seus galhos e balançam suas folhas. Flores perfumam a nossa volta.  Sábia canta a festa da criação. Sintonia com a natureza. Cenas de rara beleza. Que tocam o coração. Fim de semana está aí. Vamos, então, celebrar a grandeza da vida em todas as suas dimensões. Vibram os sentidos do ver, do sentir, do cheirar, do tocar.  É preciso celebrar, agradecer, viver. O fim de semana chegou. Então, entre e seja bem-vindo!! Que reine o amor!! Paz para todos!!




Beijos no coração!! : )

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Poeira no vento...



Ao ouvir esta canção viaja o meu coração nas asas do vento. Vento que carrega  a poeira. Leva-nos para longe, distante. Lá onde o sol se levanta e se põe. Lá onde começa e termina o mar, o oceano. Campos em flor. Eis, aí, a finitude humana. Somos pequenos grãos de areia. Poeira jogada ao vento. Tudo passará. O dinheiro não poderá comprar. Nem um minuto a mais.  Seres contingentes. Dependentes e carentes. Do amor universal.  Somos poeira e pó.  De laço e de nó.  Mas isso não é o fim. É somente assim.  Poeira no vento. Certeza finita. Em busca de paz!!


Bom dia! : )

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vacas às soltas em Porto Alegre....Cow Parade...



Invadiram as ruas, as avenidas, as praças, os shoppings, os parques e outros pontos estratégicos da capital dos pampas desde do dia 08/10. Chegaram cheias de graça, de criatividade, de beleza, de sensibilidade. Elas quem?? Nada mais, nada menos do que 81 vaquinhas. Cada uma com estilo e personalidade própria. A cidade ganhou mais cor, mais alegria, mais magia. Afinal, não é todo dia que recebemos visitas assim tão ilustres. Fiquei pensando o porquê da escolha de esculpir uma vaca. Por que não um coelho, uma galinha, uma tartaruga?! Acredito que a razão seja evidente. A vaca é o animal que mais nos ajuda. Pois dela tudo aproveitamos para nossa sobrevivência. Ela simboliza o auxílio, a parceria necessária. E está com a raça humana há milhares e milhares de anos. Na lida do campo. E, agora, chegou nas cidades, na nossa para nos encantar. Veio para ficar. Pelo menos até o dia 20/11 próximo.

As estrelas vaquísticas fazem parte de um dos maiores e bem sucedidos eventos contemporâneos de arte de rua do mundo. Este projeto com mais de cinco anos de existência já percorreu mais de 28 cidades no mundo inteiro. Cidades como Chicago, Nova York, Londres, Las Vegas, Bruxelas, Praga.  Aqui, na América do Sul, as vaquinhas chegaram em setembro de 2005, em São Paulo.  E já foram realizadas edições do mesmo evento no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Agora, pela primeira vez, está em Porto Alegre.

Além disso, o Cow Parade é um evento que envolve a comunidade por completo: empresas, artistas locais, terceiro setor e o grande público. As vaquinhas são confeccionadas em fibra de vidro. Por artistas sulistas já conhecidos e consagrados, mas, também, por novos talentos e novas revelações. Outros, também não ligados à arte. Artistas plásticos, grafiteiros, publicitários e demais profissionais dão a sua contribuição na feitura das esculturas vaquísticas que são em tamanho natural. É uma galeria de arte a céu aberto. Democrática e encantadora. Vacas que nos fazem parar, admirar, ver, pensar, refletir. Interagir.

 No parecer de Catherine Duvignau, diretora da Toptrends - entidade detentora dos direitos de licenciamento do Cow Parade no país - a qualidade artística está excelente. Pois, “buscando inspiração na sua história e tradição, os artistas gaúchos criaram obras lúdicas e esteticamente bonitas”, enfatizou Catherine, acrescentando que o evento é realizado em parceria com a Farah Service e patrocinado exclusivamente pela MU-MU.

O Cow Parade foi criado em Zurique, na Suíça, em 1998. Além de tornar-se uma maneira divertida de expressão da arte de rua, abre inúmeras possibilidades para marcas de diversos segmentos, promove a democratização da cultura e o que é mais importante, talvez, a maior contribuição responsável pelo sucesso do evento, é o seu comprometimento com o aspecto social.  Pois as vaquinhas são leiloadas e toda a renda obtida é repassada para entidades que realizam trabalhos sociais. Talvez, esteja, aí, a associação com a figura da vaca. Auxílio, ajuda, utilidade, parceria, solidariedade.

Aqui, em Porto Alegre, as vaquinhas estarão às soltas nas ruas até o dia 20/11 e depois dos dias 21 a 30/11 seguem para a exposição no Shopping Bourbon Contry. E vão para leilão no dia 01/12 próximo em evento a ser realizado no Teatro do mesmo Shopping.

Maiores informações e notícias há nos matutinos e no blog que segue. Confira, ali, a galeria das vaquinhas. Bem como, o mapa das estrelas do MU pela cidade.  Eis o endereço: http://www.cowparade.com.br/poa/blog/?p=488

Um Mu especial significando um bom dia a todos!! Hehe!! : )







MU!!!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Novamente...um novo olhar...Avatar!!

O texto abaixo foi por mim  escrito e postado neste blog em 20/01/2010 quando com encanto assisti o filme Avatar do canadense James Cameron. O filme está, novamente, em cartaz. Agora, com acréscimo de cenas. Vale à pena. E válida também fica a referida impressão que tive do mesmo. Segue, então, um Novo olhar...Avatar!!




Desde do lançamento, em dezembro passado, venho observando as enormes filas e a grande procura pela obra cinematográfica mais cara já produzida e a mais revolucionária no tocante aos recursos tecnológicos, ali, bastante explorados. É a arte da projeção de imagens criando um movimento quase real. Simplesmente fantástico!! Não tanto pelo conteúdo em si, mas, sim, pela forma que se propõe como uma nova linguagem de se fazer e de se assistir os filmes neste novo milênio.

Confesso que narrações de histórias de ficção científica nunca foram alvos de minha preferência. Não faziam parte do meu espaço real ou virtual. Entretanto, movida pela curiosidade fui assitir, ontem à noite, o épico Avatar. Se a intenção do cineasta de origem canadense era levar o espectador a sonhar num grande sonho coletivo e, assim, num mundo criado a partir da sua fértil imaginação provocar um turbilhão de sentimentos e sensações que nos levam à reflexão, creio (e o digo por mim), que James Cameron, magistralmente, conseguiu. A sala do cinema estava lotada. Todos com os óculos escuros para captar as imagens em três dimensões (3D).

Cameron é um apaixonado e como não dizer um obcecado por novidades tecnológicas, eletrônicas e de exploração espacial. Trata-se de um geek como dizem na gíria inglesa. Desde novo a sua imaginação já transitava pela criação de outros mundos. Embora, tenha trabalhado em outras áreas, é graduado em Física , tendo iniciado, também, (mas não concluído), seus estudos em Filosofia *. É um curioso por natureza e definição. Imagine o que não faria nas aulas de Cosmologia. 

O vocábulo “cameron” originado do gaulês (língua antiga que deu origem ao francês) conota o ser “nariz torto”. O nariz do famoso diretor não sei se tem esta nota, todavia, com certeza, o seu extraordinário talento e persistente capacidade não possuem tal marca. Logo, não é de se espantar que os filmes por ele dirigidos entre os quais, O Segredo do Abismo, Aliens – O Resgate, O Exterminador do Futuro 1 e 2, O Julgamento Final, True Lies, e, em destaque, sucesso absoluto do inesquecível Titanic, e, agora, o fasciante e já recordista de bilheteria Avatar, tenham com louvor escrito, definitivamente, seu nome na história do cinema mundial.

O sucesso e o êxito sem dúvida são frutos de um grande trabalho de pesquisa, de estudo, de exercício contínuo, talento, paciência e capacidade de acreditar e fazer acontecer. Dispensável dizer que, pelo menos para mim, o conteúdo mesmo fantasioso trouxe várias reflexões em torno da destruição de nosso planeta, da ganância, da falta de respeito, da falta de ética e responsabilidade, enfim, do reinante egoísmo da nossa raça. Deu vontade de não despertar daquele sonho. Pois, ali, em Pandora a vida, a beleza natural e a harmonia entre os seres, os Na'vi e os avatares do bem faziam todo sentido. Será que, um dia, construiremos uma verdadeira Pandora onde todos os seres, realmente, façam parte de uma só alma de amor e fraternidade?! Até quando desrespeitaremos a vida no planeta?! O quê deixaremos para nossos filhos, netos, bisnetos?! E que bisnetos, netos, filhos deixaremos para o universo?! Cada um deve encontrar as suas respostas e/ou apresentar novas indagações que nos remetam, novamente, à grande “Árvore da Vida”.

 Assim, como sabiamente tem proposto o filósofo e economista francês, Serge Latouche no tocante à necessidade do que ele denomina de "descrescimento sustentável".  Enfim, na linguagem Na'vi interpretada a nossa maneira, dizemos: “Obrigada grande irmão James Cameron. O grande guerreiro nos revelou os valores essenciais da vida”! É, você foi a “bolsa cameron” que nos apresentou a nova câmera cinematográfica, abrindo nossos olhos para enxergarmos com um novo olhar o Cameron no espetacular Avatar!! Vamos aguardar, daqui a pouco, o seu novo filme, em outro gênero, que revelará ao mundo a história do falecido Tsutomu Yamaguchi, o sobrevivente de Hiroshima.

*  Depois que assisti o filme descobri quem é Cameron.  O diretor canadense não entende somente da arte cinematográfica. É advogado especialista em leis ambientais, regulação do comércio e direito humanos, é membro da Comissão de Direito Ambiental da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN). Dirige, ainda, a Pesquisa sobre Meio Ambiente Global e Comércio na Universidade de Yale (USA), onde é membro sênior. Ainda, é professor de Direito no College of Europe (Bélgica). Foi diretor da Fundação Internacional para o Direito Ambiental (Field), participou, ativamente, das negociações da Eco-92 (RJ), acompanhando entre outras causas, o Protocolo de Kyoto. Presta, ainda, consultoria para governos, entidades intergovernamentais e Ongs. Logo, bem qualificado e militante na causa ambiental. Parabéns Cameron! Para mim, você "ganhou" o Oscar!!



Um bom dia, boa semana a todos!! : )
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