sábado, 28 de agosto de 2010

Expointer 2010...

Iniciou, hoje, no Parque Assis Brasil, na cidade de Esteio, a 33ª edição da Expointer. A grande feira do agronegócio da América Latina. Serão nove dias de atividades que prometem muitas atrações, diversão e vendas. Nem mesmo o tempo chuvoso impediu que as pessoas visitassem a Expointer no seu primeiro dia. Estivemos lá e registramos alguns momentos.



























Boa noite! : )

Na Palavraria...

E, ontem, depois das 19h, estivemos na Palavraria prestigiando o lançamento do livro Sentidos Poéticos e Algumas Histórias do escritor e poeta porto-alegrense Marcelo Allgayer Canto. Na realidade foi um repeteco. Pois o lançamento oficial ocorreu no dia 07/08/2010 na Livraria Cultura de Porto Alegre.  Desejamos a você Marcelo muitas alegrias e que continue nos presenteando com suas belas poesias e textos poéticos.

Marlete e Marcelo


Marcelo


Marlete, Marcelo e Mauro


Marcelo e Mauro


Marcelo e Marlete


Marcelo e Dr. Giovani


Marcelo, Eliane e Manoel



Palavraria...

Parabéns Marcelo!! : )

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Cidade Morena...

São 111 anos de história. Salve, no seu aniversário, a linda Cidade Morena do nosso querido Estado do Mato Grosso do Sul!! A sua capital!! Campo Grande! Um bom dia!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Fios da vida...

Nas teias da história...
Vamos tecendo os fios de nossas vidas...
A todos um lindo e...



segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Rosas e alecrim...



Hoje amanheci pensando no alecrim

Ai, de mim! Seu cheiro é um festim

Tempero e gostosura

Que o peixe marinou

E assim fiquei a imaginar

Sentindo o aroma do rosmarino

O seu nome oficial

Mas nesta oração olfativa

E por que não dizer também contemplativa

Pensei nas rosas que na cabeça trazia

Santa Rosa de Lima

A padroeira da América Latina

Hoje celebramos o seu dia

Moça nascida no Peru

De descendência espanhola

Cresceu na pobreza

Na lida da terra e das costuras

Santa Rosa, que se chamava Isabel Flores y Oliva

De beleza ímpar

Cultivava as rosas no seu próprio jardim

A fim de vendê-las no mercado

Para o sustento de sua família

Por isso, além da América Latina

A jovem santa também é tida

Como a padroeira das floristas

Aquelas que vendem flores

Que ninguém as quer comprar

Rosmarino parece um hino de amor

Alecrim e rosas

Uma beleza

Perfeita união

Que os povos da América Latina

Sejam de fato irmãos

Santa Rosa de Lima com as rosas nas mãos

Rosas na cabeça e no coração

Alecrim dourado que nasce no campo

Sem ninguém semear

Sejam sempre sinais visíveis

Da grandeza e da beleza do nosso Criador

Amém!!




Rosa do Povo, Rosa da América!!





Foi o meu amor que me disse assim, que a flor do campo é o alecrim!!

Boa semana! : )

domingo, 22 de agosto de 2010

Um belo jardim...




Para passear livremente pelo belo jardim é preciso um coração de criança. Caso contrário pela porta não passará. Não adianta reclamar. Ser praticante, orante, militante. Amigo ou parente de algum santo ou religioso. Os que se sentem os escolhidos. Vaidade das tolices. Pois o reino do Grande Jardineiro (Deus Pai é assim como um jardineiro que cultiva um grande e maravilhoso jardim) para nele entrar é preciso pela porta passar. Lá, onde as árvores têm sombra e água fresca aos seus pés. São variadas as espécies. Macieiras, laranjeiras, pereiras, pessegueiros, goiabeiras, jabuticabeiras e tantas outras mais. Bate uma brisa suave que espalha o perfume da lavanda que a todos descansa. Flores mil. Rosas, bromélias, margaridas, cravinas, palmas, camélias, lírios. Olhai os lírios do campo. Sentai na relva macia para lagartear sob o sol. Todavia, para ali chegar é preciso pela porta estreita passar. Assim é que hoje Jesus quer nos lembrar que a salvação é para todos sem distinção. Todos são convidados a retornar ao seu belo jardim paradisíaco. Jardim interior. No seu coração. Eterna lembrança de uma doce infância. Pois sem esta transformação não há solução. Quem não amar como criança se perderá no caminho. Seguirá um atalho e restará num deserto. Sem água e sem brisa. Sem sombra e sem frutos. Grande será o banquete do Pai. Uma mesa de delícias. Partilha dos alimentos num grande jardim. Sorrisos e risos. Reencontros de vidas. Amigos, irmãos. Mas, até lá. É preciso pela porta passar. E essa porta é pequena e estreita. Ela exige escuta. Renúncia. Abandono da aridez adulta. Despir-se do velho homem e vestir-se com a alma infantil. Pois são as palavras do Grande Jardineiro. Delas, as crianças, é o seu reino. Um jardim de amigos. Um jardim da infância. Onde todos são filhos e irmãos. Onde corre tranqüilo o belo regato de paz. Nesta bela manhã de domingo. Uma pausa. Uma reflexão. Estamos a caminho. Não vamos sozinhos. Somos todos irmãos. A salvação chegou para nós todos. Façamos então o que nos pede Jesus. Entreguemos a Ele o nosso coração. Construamos jardins de união. Jardins externos pelo mundo a fora. Reflexos dos jardins internos de cada um. Sinais de esperança, de fé e de amor. Passagem pela porta estreita, que como crianças, passaremos folgados. Antecipação da belíssima visão do grande jardim que o Pai Jardineiro prepara com carinho para todos nós. Um belo jardim de paz, um ótimo domingo a todos! : )



sábado, 21 de agosto de 2010

Selinho mágico...



Recebi o selinho acima da querida amiga  Márcia do blog  Relacionamento, Vida & Cotidiano http://relacionamentoecotidiano.blogspot.com/

As regras são postá-lo no próprio blog respondendo o que é mágico para você, indicar a pessoa que o ofertou e oferecê-lo a outras pessoas amigas. O que eu faço deixando para quem quiser levá-lo ou não.

Estive pensando o que é mágico para mim? Mágico, para mim, tem a ver com algo extraordinário, encantador. Aquilo que transforma a vida por um gesto sublime. Mas atitudes sublimes não estão distante da realidade. Não são inatingíveis. Pelo contrário. Faz parte do dia a dia. Faz parte da simplicidade das coisas. Um sorriso, um aperto de mão, um abraço. O respeito pelo o outro. O fazer o bem sem olhar a quem. É estar em sintonia com a natureza, com a Terra dentro de cada um de nós. É cantar de peito aberto a beleza da vida. Sentir a liberdade dos filhos de Deus. É construir o caminho. É não lesar nem prejudicar ninguém. É ser apoio, suporte, auxílio aos mais necessitados. É nunca desanimar. Mágico dentro do coração. Que como varinha de condão vai transformando as coisas que o cercam em realidades plenas de fé, de esperança e de amor!!! Então, que seja assim. Obrigada pelo selinho Márcia!! Seu blog é assim: lindo e encantador. Mágico para mim!!


Boa tarde! : )

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Parabéns Internacional....Bi-campeão!!


"Glória do desporto nacional

Ó, Internacional

Que eu vivo a exaltar

Levas a plagas distantes

Feitos relevantes

Vives a brilhar

Correm os anos surge o amanhã

Radioso de luz, varonil

Segue a tua senda de vitórias

Colorado das glórias

Orgulho do Brasil
É teu passado alvi-rubro

Motivo de festas em nossos corações

O teu presente diz tudo

Trazendo à torcida alegres emoções

Colorado de ases celeiro

Teus astros cintilam num céu sempre azul

Vibra o Brasil inteiro

Com o clube do povo do Rio Grande do Sul"!

(Hino do Sport Club Internacional).


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A final...


Chegou o dia. É a final. Copa Sul-Americana. O favorito é o Internacional. A movimentação na cidade é infernal. Depois das quatro da tarde Porto Alegre vai parar. Os torcedores ligados na decisão. O Beira Rio será pequeno para caber a batida de milhares de corações. O futebol tem dessas coisas. No estádio do Inter estarão grande parte dos sócios do time. Torcedores que vieram de outras cidades gaúchas. A mobilização é geral. Pessoal com abrigo, bandeiras, toucas, viseiras. Pintados de vermelho e branco. É o colorado mexendo com a cabeça da torcida. Que venha o Chivas Guadalajara e não o chivas regal. Pois álcool e futebol não é uma boa combinação. É fogo e gasolina. Pura explosão. Só vale a explosão de alegria e de confraternização. Abaixo a violência. Os mexicanos também são irmãos. Pero hoje nem tanto. E aos hermanos gremistas que são mexicanos desde criançinhas vai o recado branco e vermelho: não seque, não se irrite, relaxe e acredite que o Inter é o Brasil na final. E vamos ao trabalho que é o melhor que podemos fazer!! Um bom jogo e boa sorte ao colorado!! Que sua estrela brilhe bem alto no céu do futebol brasileiro. Que vença quem for mais guerreiro. Que vença o melhor!! Um bom dia a todos!! : )




terça-feira, 17 de agosto de 2010

Jacinto ou Vulcano?...



Que rei sou eu?! Vivo sujo e maltrapilho. Vivo só. Enclausurado nos meus sentimentos. Guardo apenas as lembranças do que fui e do que nunca mais serei. Meu reino é a rua. Nela adormeço para depois novamente despertar. O frio não me incomoda. Pois ele não é nada comparado a dor que trago dentro do peito. A dor era tanta que, agora, nem mais a percebo. Anestesiado pela rotina, já nem me importo. Vivo da caridade alheia. “Olá, bom dia, senhor Almir”, ouço a me dizerem. Será mesmo que me chamo Almir?! Já nem sei. Talvez, eu seja como o Vulcano e/ou Hefesto das mitologias greco-romana. Vulcano (Hefesto) era filho de Júpiter com Juno. Por ser muito feio foi lançado ao mar pela própria mãe para que ficasse escondido de todos nos abismos profundos. Todavia, as filhas do Oceano, Tétis e Eurínome, o acolheram e o protegeram. E assim Vulcano viveu escondido e trabalhando com todo tipo de matéria fundível. Ferro, ouro, prata, metais. Era coxo. Porém, laborioso e engenhoso.Trabalhava com o fogo. Desposou a bela e infiel Vênus (Afrodite). Maltrapilho, talvez, não encontre assim nenhuma beleza. Jogado, sim, na vida estou. Mas trabalho nenhum realizo. Só fundo as dores nas conversas com os transeuntes. Quem sabe eu sou como a flor de jacinto. Jacinto, um jovem mortal muito amado pelas divindades. Sobretudo, por Apolo que o seguia por onde quer que fosse. Um dia, os dois brincavam com um disco. Quando, então, enciumado da amizade e da preferência de Jacinto por Apolo, Zéfiro (o vento do oeste) muda a direção do disco lançado e este atinge a cabeça de Jacinto, que cai morto no chão. E, no lugar onde o sangue manchou a terra, nasce, então, a flor do jacinto. Dois personagens. Um desprezado, rejeitado. O outro amado. Quem sabe sou os dois extremos. Tudo e nada. E seja este o meu reino. De guerra e de paz. Prego para as árvores e bancos da praça. Sou silêncio e conversas aceleradas. Hoje, é dia de outro pregador. São Jacinto, o “Apóstolo da Polônia”. Pregou o amor. Semeou a fé. Talvez, o que no fundo da minha alma me sustente, num mundo carente de sentido, seja o acreditar que nem tudo ainda está perdido. Encontro pessoas que vem, que passam e que me abraçam com solidariedade, com compaixão. Mas, digo, assim: “Da rua eu não saio. Daqui não”. Não posso. Aqui é o meu reino. Aqui, sou real. A sua Majestade Almir da Praça Israel. Entrem e sejam bem-vindos!

* Aqui, perto de casa há uma praça, sempre encontramos um senhor. Que se diz chamar Almir. Ele passa, ali, a maior parte do seu tempo. Mas sempre vai para o abrigo municipal também. É um senhor muito comunicativo. Mas para nós é um mistério que ele da rua não queira sair. Só aceita ajuda com alimentos. Enfim, hoje quis escrever para ele o texto acima. A foto abaixo não é dele mas, sim, da internet.








Um bom dia a todos! : )

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Desce a noite...


Desce a noite...

Silenciosa e densa...

Envolve o sono...

Embala os sonhos...

Noite de inverno...

Abrigo do frio...

Um alento...

Desce a noite...

Dorme sereno...

Boa noite! : )




O astro rei...

Segunda-feira, o re-início. Acordei de sobressalto, querendo dormir mais um pouco. Levantar é preciso. “Espera um pouco, um pouquinho maissss”....diz a letra da música. “Para levar-te todo o meu amor. Espera um pouco, um pouquinho mais senão eu morrerei de dor”. Salve o Júlio, o Iglesias. Todavia não é julho e sim agosto. Mas a canção é eterna. Não tem mês, não tem tempo. Dizem as más línguas que a música é de dor de cotovelo. Dor de cotovelo? Que dor mais engraçada essa!! O cotovelo dói para os apaixonados. Será que é de ficar sempre esperando com os cotovelos apoiados na janela? É interessante a sabedoria popular. Inventa tiradas, provérbios, sentenças. É a vida borbulhando na cabeça e jorrando pelo coração. Quem canta seus males espanta. E o Elvis cantou. Mas nem de todos os males se livrou. Salve o rei do rock. São 33 anos da sua partida. Love me tender. Atendido o seu pedido. Jamais será esquecido. Muitos o amam com ternura, com paixão. Para sempre. Música assim, música apenas não é nada ruim. Seja romântica, sentimental, agitada, frenética. Rock, bolero, latina. Que tenha bom gosto. Que seja intensa. O sol apareceu. O astro rei. E trouxe com ele o som das boas recordações. Canta Elvis, brinca com as notas da sua eterna canção!!

Utilidade pública...Guia de direitos...

Saiu no Correio do Povo do sábado último (14/08/2010) uma excelente notícia para quem se trata ou conhece alguém que está na batalha contra o câncer. Trata-se de um guia de perguntas e respostas sobre os direitos de tais pacientes. "Estou com câncer: quais os meus direitos?" é o resultado da parceria entre o Oncoguia e a advogada especialista em saúde Renata Vilhena Silva. É uma coletânea que aborda temas básicos a respeito e temas desconhecidos pela grande maioria das pessoas tais como: isenção do imposto de renda, desconto nos impostos IPVA, IPI e ICMS na compra de um automóvel, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e atendimento prioritário na Justiça. Há também os temas ligados à cobertura de exames, acesso aos medicamentos importados e erro médico. O referido guia pode ser baixado na internet no site http://www.oncoguia.com.br/

Mas para quem desejar a publicação impressa há a distribuição gratuita para todo o país com mais informações pelo telefone (11) 3053-6917 ou pelo e-mail oncoguia@oncoguia.com.br

Gostei de tomar conhecimento a respeito de tal notícia. Depois vou verificar e solicitar um guia para minha mãe. Então, um bom dia a todos!! : )



domingo, 15 de agosto de 2010

Tocam os sinos...

Tocam os sinos. Ouça. Desperta o sabiá laranjeira. A moça brejeira. Levanta tímido o sol. É domingo. Domingo de festa, domingo de missa. Domingo em família. Canta a cantiga popular: “Hoje é domingo, pé de cachimbo, o cachimbo é de ouro, bate no touro, o touro é valente, bate na gente, a gente é fraco, cai no buraco, o buraco é fundo, acabou o mundo”.

Conta-se que numa terra distante vivia uma mulher anciã e estéril que por obra do divino ou do acaso estava esperando um filho. Seu nome tinha a doçura do mel. Rimava com o céu. Chamava-se Isabel. Em seu ventre, a criança pulava e estava contente de, finalmente, ser gente. Parente dum outro menino que nasceria mais tarde. Ali, naquelas montanhas, viviam Isabel e Zacarias.

E, lá, onde os sinos soavam, na pequena cidade de Nazaré morava Maria. E eis que em sonho ou visão um lindo moço com asas, inundado de luz, aparece e anuncia a chegada do Rei. O moço era um anjo do mais alto escalão celestial. Era o Gabriel, o mensageiro da boa nova. Isabel estava grávida. Maria também. As duas eram primas e os seus filhos também. Eram dias pesados. E, lá na terra de Zacarias, Maria iria, junto a sua prima Isabel e por três meses com ela ficaria.

A poeira, o vento, o sol da manhã. Região montanhosa. Cidade da Judéia. Finalmente, chega naquele recanto, com alegria e encanto, a Maria de Nazaré. A jovem saúda os primos e Isabel em resposta pronuncia com amor o acolhimento em forma de palavras. “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu seio”! Maria era feliz no seu jeito de ser. Sentia a alegria de ser mãe. Era a própria manifestação da graça e da beleza mística. Era o sinal de esperança.

Aquela jovem tudo ouvia. E em silêncio meditava as palavras em seu coração. Nada sabia. Mas acreditava com convicção. Então, das nuvens uma luz surgiu. Iluminou as suas entranhas. Encheu-a de façanha, de riso, de amor. E os seus lábios em sintonia com os céus o Magnificat recitou. “Minha alma engrandece o Senhor, meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque olhou para a humildade da sua serva”. Os sinos tocaram.

E assim tudo se cumpriu. Lá, naquela terra distante. Naquele instante o verbo se encarnou. E se fez vida. Com carne, com sangue. O Salvador nasceria. Primo de João Batista. Filho de Maria. Nas águas do rio Jordão. A sua mãe Ele elevaria numa linda nuvem de algodão. É a festa de Assunção. O céu tem gosto de goiaba. Sabor de infância. Brincadeiras mil. E, lá, está sentada na relva, por entre as flores, a jovem Maria, olhando com assombro e encanto, o pequeno Jesus. Ouvimos os sinos. Repicam em festa. Ave, ó Maria!!





Recordar é viver...

Recordar é viver....então, meus queridos Pedro e Suellen (irmã e cunhado), adorei acompanhar a linda história de vocês em vídeo. Também me vi ali...rsrsrs...hehehehe!! Amo os dois de montão! Parabéns!! E em homenagem ao lindo casal vai, aí, um dos mais lindos versos de Fernando Pessoa. O amor por um homem ou por uma mulher acontece, repentinamente, como se tivéssemos a impressão de já ter conhecido aquele rosto no cenário de nossa alma. E assim:

"Quando te vi amei-te já muito antes,
Tornei a achar-te quando te encontrei.
Nasci para ti antes de haver o mundo"
                            (Fernando Pessoa).

sábado, 14 de agosto de 2010

Brincar de viver...

Estava com dor-de-idéia. Refletindo. Dor-de-idéia? Pois é. Assim como escreveu o sábio escritor Rubem Alves. Dor-de-idéia é diferente de dor-de-coisa. A dor-de-coisa é mais fácil de curar, de tratar. O dente doído se arranca. O braço quebrado se engessa. Enfim, são dores tecnicamente e cientificamente bem resolvidas. Agora, a dor-de-idéia não é tão simples como parece. Ela surge do real e/ou do imaginário. A idéia de perder quem amamos, a idéia de que vamos sucumbir a qualquer momento, a idéia de que Deus nos deixou entregue num mundo sem coração, a idéia de não encontrar a nossa verdadeira vocação. Pois então. São tantas as idéias. E elas nos causam dores. Dores doídas. Dores sentidas no corpo e na alma. Que coisa gozada. A dor mesmo nascida de uma idéia imaginária, de uma realidade que não existe, torna-se real, presente, pungente. Veja, quando assistimos um filme de terror ou de suspense. Não são gêneros meus preferidos. Mas, no envolvimento das cenas, onde o monstro e/ou dragão persegue as pessoas, mesmo sabendo não serem seres reais, ainda assim, sofremos. Eis, aí, a terrível e maravilhosa capacidade dos seres humanos. Sofrer pelo que não existe. Mas, ainda bem. São momentos. São instantes. O conversar, o escrever, a filosofia nascida de nossas entranhas, escrita com sangue e suor, tem efeito curante. Torna-nos leves e soltos. Tranquiliza-nos. Deixa-nos encantados, assombrados. Assombrados de tamanha luz. Luz que espanta as trevas das dores-de-idéia. E elas se vão feito folhas caídas e levadas pelo vento da vida. Filosofar as idéias. Poetizar os sentimentos. Inspiração do momento. Comunicação do ser. Espaço lúdico. Então, vamos brincar de viver!!

Um bom sábado e um bom final de semana a todos!! : )





domingo, 8 de agosto de 2010

Ao...


que representa e que comunica aos seus filhos...
a certeza do amor eterno e incondicional..
Que Deus os abençõe!!
Um bom domingo : )







sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Um...


Que o sol nasça radiante...

Derretendo o frio da estação...

Aquecendo os nossos corpos...

Iluminando os nossos corações!!

: )

Gratidão...


Maior do que as palavras...

é o gesto do agradecer...

é carinho na alma...

alegria no coração...

Obrigada querida Rosélia...

A você a minha eterna gratidão!!

O belo selinho acima recebi, ontem, da Rosélia do blog http://espiritual-idade.blogspot.com/ como um presente de agradecimento pela participação na sua blogagem coletiva ecumênica. O agradecimento é também meu. Obrigada Rosélia!! Um grande beijo : )

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

A experiência do ouvir...



Novo dia começa. Ainda no silêncio do amanhecer ouvir o canto dos pássaros é maravilhoso. O silêncio nos proporciona introspecção. Intimidade. Exercita a nossa capacidade de ouvir. Ouvir o que se passa a nossa volta. Ouvir os outros. O escritor, pedagogo e educador Rubem Alves tem razão. Não nos ensinaram a aprender a ouvir. Somente a falar. A expor nossas idéias. Aos discursos, a oratória. Os nossos argumentos e explicações são sempre os melhores. É um desfile de vaidades. Não estamos dispostos ao silêncio. Inclinação que em nós não foi desenvolvida. O silêncio para muitos é inacessível. É assim também no ambiente de trabalho. Uma verdadeira competição barulhenta. É o aparecer e não o ouvir que prevalece. Barulho externo e interno. Quantos ensinamentos desperdiçados. Pois nos distraímos com o efêmero, com o que é passageiro. Então, que desenvolvamos em nós a capacidade de ouvir. Exercitemos o ficar um pouco em silêncio. Ouvir o inaudível de nossas essências. Ouvir o outro com todo o nosso coração. Esvaziar-nos dos barulhos que impedem o nosso crescimento. Façamos a experiência. Apenas ouvir.  Bom dia : )



terça-feira, 3 de agosto de 2010

Ao amigo...


Hoje, liguei o computador e a imagem que apareceu na tela foram montanhas com gelo, águas geladas. Assim como que traduzindo em imagens o frio que invadiu o nosso ser. A vida continua. Mas fica uma saudade imensa no coração. E como há pessoas que mesmo conhecendo-as por pouco tempo marcam de maneira tão particular as nossas existências. Como se a conhecêssemos por todo sempre. Assim foi o Pe. Cláudio para nós. Hoje, sim, amigo quero lhe expressar em palavras o meu sentimento. E foi num janeiro de verão que chegaste nas nossas vidas. No inicio do ano. Lá, em cima do morro. Morro da Pedra Redonda. Naquela vista maravilhosa da cidade de Porto Alegre. Lá, em cima, no Santuário Mãe de Deus. Um padre diferente. Na homilia usava a apresentação de slides para ensinar a palavra sagrada. Um carisma de verdadeiro pastor. Homem simples, de comunicação fácil e alegre. Pessoa como a gente. Com acertos e com erros. Mas, acima de tudo, uma boa alma, um coração imenso e extraordinário. Sensível, aberto, paciente e humilde. Homem de ação. Pois estava sempre preocupado com a comunicação. Fazia seus DVDs no intuito de bem evangelizar. Pastoral da comunicação. Essa foi a sua missão. Até o fim. Um psicólogo de formação. E a exemplo do Cristo, um pescador de almas. E o danado pescou as nossas também. Cada vez que conhecíamos mais e mais a sua personalidade, o seu jeito de ser tocava os nossos corações. Pois é amigo, estamos aqui. Continuando em frente. Nas estradas do mundo. Agradecendo a você pelo carinho, pela paciência, pela amizade e dedicação para conosco. Pessoas especiais como você a gente percebe nos simples gestos. O pinhão assado que partilhou com o Manoel, ele nunca esqueceu. Um gesto simples. Mas significativo. Sinal de esperança. Sinal do amor fraterno que tão bem sabia espalhar entre as pessoas. Manso e humilde de coração. Pela comunhão dos santos, interceda por todos nós junto a Deus Pai. Junto à nossa Mãe celeste. Aqui, vos fala a Suzi e o Manoel, que às vezes, é o “Joaquim”...hehe!! Um dia, vamos todos nós, aqui de casa, conhecer a sua terra natal no Distrito de Tesouras, município de Chapada, noroeste do Estado do RS. E vamos em frente. Até algum dia, querido amigo...



Um bom dia a todos!! : )





segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Em luto...

Partiu o nosso amigo Pe. Cláudio para junto de Deus Pai. A paz esteja contigo querido e amado irmão em Cristo Jesus!! Os nossos sentimentos aos seus familiares. 

domingo, 1 de agosto de 2010

Espiritualidade e mística...




Mais uma vez, estamos, aqui, para participar da blogagem coletiva ecumênica da querida Rosélia do blog http://espiritual-idade.blogspot.com/  E a proposta dela para hoje é refletirmos sobre o tema Espiritualidade e mística.

A mística envolve o estudo das coisas espirituais. Ela assinala o encontro do homem com a Transcendência mediante uma vida contemplativa e de oração. Contemplação espiritual em busca da união perfeita com Deus Pai.

Desde o ventre materno fazemos a experiência da nossa materialidade. Sentimos na própria carne as contingências do nosso ser. Desde que nascemos, choramos porque temos fome. Reclamamos quando sentimos dor. Se adoecemos, a ausência da saúde nos provoca sofrimento. Somos matéria finita e limitada. E lá vem a mãe com os chás de erva-doce para aliviar as cólicas infantis. Curar os arranhados. Preocupar-se com o alimento. Com o agasalho para proteger do frio. Tudo isso se faz necessário para o crescimento, o desenvolvimento. Para o sobreviver. 

Mas, por outro lado, também, desde cedo, percebemos que não somos apenas um corpo em movimento. Carregamos em nós a semente da imortalidade. Afinal, somos também seres com espírito. Realidade que vivenciamos quando nos pegamos a emitir pensamentos que não podemos tocar.  Quando experimentamos a força dos sentimentos que não conseguimos dimensionar.  Quando nos pegamos a contemplar um amanhecer pelo simples admirar do belo em si. 

Logo, somos uma união de corpo e espírito. E temos ânsia de nos comunicar. Pois o bem é comunicativo de si.  Temos fome e sede não só de pão mas do Infinito. A imagem de vida contemplativa que me vem à cabeça é de alguém ajoelhado, estático, parado. Com olhar perdido no espaço. Buscando, esperando um sinal, um evento quase mágico.

Mas, ao invés, contemplação, para mim, é recolhimento interior exteriorizado em amor comunicativo. É dizer: E aí, Pai Eterno, tudo belê?!! Estamos, aqui, para o que der e vier. Prontos para fazer a tua vontade. Sem nada em troca querer. É visitarmos os doentes, o nosso amigo Pe. Cláudio, que está muito debilitado devido aos efeitos da quimioterapia. É ficar do seu lado, em silêncio. Marcando presença amiga. É ser apoio, suporte. Um rumo, um norte. Certeza de querer bem. É, aí, que o milagre acontece.

É a mística da vida terrena, do aqui, do agora. Todavia, e mais ainda, é a mística da vida que virá. O amor fraterno por toda a eternidade. Encontro de mãos e de corações na mesma sintonia. Foi assim que me tocou a história de uma menina. Seu nome: Rebeca da Silva Coelho. O testemunho de seus pais. Sua luta pela vida. Doce menina, com seus nove anos de idade. Com seus belos olhos verdes. Você não está sozinha. A sua luta é também a nossa. Aqui no sul se diz (coloquei a frase de forma afirmativa): "Está vivo quem peleia".  E a Deus nada é impossível.

Por isso, aproveito a postagem para pedir uma oração, um pensamento positivo, uma energia de paz, um sentimento de amor pela vida da Rebeca. Uma corrente do bem. Orações por ela, pelo Pe. Cláudio, por minha mãe, por todas as pessoas que atravessam esta existência terrena marcados por alguma doença. Somos matéria, corpo que sofre. Mas, com certeza, somos espírito forte que em nome de Cristo todo mal vencerá! Aqui ou na nova vida que virá.  

Esta é a mística da solidariedade, da partilha. Espiritualidade cristã. Querida Rebeca, vamos em frente, com fé e coragem. Pe. Cláudio, estamos contigo. Sempre. Mãe, estamos aqui. Nada temeremos. Pois o amor é maior e mais forte do que a própria morte. E nada nos separará.  Nascemos para a eternidade, podes crer!!

Eis, então, o lindo blog Ore pela Rebeca http://www.orepelarebeca.blogspot.com/

Um bom domingo a todos! : )






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